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Destaques do MPPE

IV Corrida da Família do MPPE arrecada 330 kg de alimentos para doação. Veja o resultado do pódio

15/12/2014 - Mais de 400 pessoas entre membros, servidores, estagiários, terceirizados e convidados do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) participaram da IV Corrida da Família, no sábado (13). Junto aos atletas participantes, a Instituição conseguiu arrecadar 330 quilos de alimentos não perecíveis que foram entregues pelo procurador-geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon, à Sociedade Pernambucana de Hemofílicos.

O evento, que virou tradição no MPPE, foi organizado pelo Departamento Ministerial de Gestão de Pessoas (DMGP) e contou com a consultoria da Labor, empresa especializada em eventos esportivos, que cronometrou a corrida e o ranking dos participantes. Além disso, o Ministério Público contou com apoio da Guarda Municipal e da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU).

A atividade faz parte das metas traçadas durante a Gestão Estratégica 2013/2016, como programa de estímulo à qualidade de vida, à prática de exercícios físicos e como forma de integração entre o público da Instituição.

Na ocasião, os atletas puderam optar por corrida de 4 km, corrida de 8 km e caminhada de 4 km, nas categorias masculino e feminino e em cinco faixas etárias (até 30 anos; de 31 a 40; de 41 a 50; de 51 a 60 e acima de 61 anos). “Esta 4ª Corrida da Família MPPE é um bom exemplo de confraternização por meio da prática esportiva”, destacou o procurador-geral na abertura da corrida.

Além disso, a corrida contou com a participação de quatro deficientes visuais que participaram da prova, no Dia Nacional do Deficiente Visual. Ana Claudia Alves da Silva (convidada), Roberto Luiz Cabral (MPPE) e Ricardo José Laurindo (convidado) completaram os 4km. Já José Carlos Amaral Silva fez a corrida de 8km.

Antes da largada, o professor de Educação Física Rafael, da Labor, fez o aquecimento dos atletas com uma aula de zumba. A caminhada é uma das práticas esportivas mais recomendada pelos médicos e profissionais de Educação Física. Entre os seus benefícios está a melhoria da circulação sanguínea e combate à depressão, além de manter o cérebro mais saudável e proteger contra derrames e infartes, bem como ajudar a controlar o peso e a emagrecer. A corrida possui os mesmos benefícios e ainda é uma das atividades mais completas, pois trabalha praticamente todos os músculos.

Pódio:
4 Km Feminino (Geral)
1º lugar – Maria Izabel Ferreira (convidada)
2º lugar – Ana Tereza Viana (convidada)
3º lugar – Patrícia Idalina da Silva (convidada)
4º lugar – Ariadene de Araújo Altamiranda (MPPE)

4 Km Masculino (Geral)
1º lugar – Anderson Emmanuel da Silva (MPPE)
2º lugar – Bruno Mariz Dourado (convidado)
3º lugar – Anselmo Ricardo de Oliveira (convidado)
4º lugar – Robson Teixeira de Miranda (MPPE)

8 Km Feminino (Geral)
1º lugar – Kaline Mirela (MPPE)
2º lugar – Clarinda Peixoto da Silva (convidada)
3º lugar – Quitéria Batista de Sales (convidada)
4º lugar – Rosana Tavares Mendes (convidada)

8 km Masculino (Geral)
1º lugar – Jan Eric Lira (convidado)
2º lugar – Ronaldo Araújo da Silva Júnior (convidado)
3º lugar – José Luiz da Silva (MPPE)
4º lugar – Ivan Ferreira dos Santos (convidado)

Inclusão e cultura de paz marcam mais um dia de palestras na Semana do MPPE

17/12/2014 - O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) deu continuidade, na tarde da terça-feira (16), às ações da Semana do MPPE, com tema voltado para a promoção da cultura de paz. Os participantes foram recebidos no auditório da Procuradoria Geral do Estado, com a apresentação do monólogo Quedante, escrito e interpretado pelo escritor Sidney Nicéas.

Depois da apresentação, foram abertos os debates do painel Ministério Público e Cultura de Paz. O promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa da Cidadania (CAOP Cidadania), Marco Aurélio Farias, proferiu a fala inicial defendendo que a cultura de paz seja incluída no dia a dia da Instituição.

“O que o MPPE traz nessa semana é a reflexão de que é possível resolver os conflitos para além da força física. Dando o exemplo da Justiça, que é mais próximo da nossa realidade, se ela buscar apenas encarcerar as pessoas e não recorrer a outros expedientes, nunca iremos resolver a situação da violência”, afirmou Marco Aurélio Farias.

A primeira palestrante foi a doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília (UnB), Jaqueline Gomes de Jesus. Ela falou sobre as relações étnico-raciais e gestão da diversidade.

“Primeiramente, nós precisamos perceber que as diferenças existem e são positivas. O grande problema é quando elas são vistas, de forma racista, como razão para se estabelecer hierarquias dentro de um ambiente social, como é o campo do trabalho. Tomando um homem branco como referência, ainda hoje um homem negro tem menos chance de conseguir um emprego e, quando consegue, ganha um salário que é menos da metade daquele do homem branco”, pontuou a palestrante.

A superação desse ponto de vista deve vir de um debate aberto sobre o tema étnico-racial, que permita estimular um ambiente de trabalho no qual cada indivíduo seja incluído e valorizado. “Onde há esse sentimento de inclusão, a inovação floresce e ocorre um ganho de desempenho”, concluiu Jaqueline Gomes de Jesus.

Em seguida, a superintendente de Modernização da Gestão e do Atendimento ao Cidadão da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão de Sergipe, Deborah Arôxa, trouxe aos participantes a palestre O Ministério Público e a Cultura de Paz, com base na experiência desenvolvida nos Centros de Atendimento ao Cidadão (CEACs) daquele estado. Segundo ela, o principal desafio foi motivar os servidores para melhorar o atendimento ao público nos centros, que recebem cerca de 50 mil pessoas por mês.

“Existia um clima de insatisfação nos CEACs e tentamos desde o início ouvir todos os envolvidos, sejam servidores ou a população, a fim de conseguir melhorar o serviço. Por mais que exista uma tendência a rejeitar as mudanças, a sociedade está exigindo isso”, argumentou.

Para finalizar a programação da tarde, o promotor de Justiça e coordenador do Núcleo de Politicas Públicas do Ministério Público de São Paulo, Eduardo Valério, apresentou a palestre Inclusão Social e a Dependência Química, a partir da atuação daquele MP no acompanhamento dos dependentes químicos em situação de rua na cidade de São Paulo, em especial na área conhecida como Cracolândia.

Valério demonstrou por meio de estatísticas que a maioria das pessoas em situação de rua demanda, além do tratamento da dependência, ser inserida em iniciativas de trabalho e renda. “Boa parte desses homens e mulheres têm uma família, mas deixaram esses vínculos por um histórico de exclusão. E nós não temos como defender uma cultura de paz sem pensar nessa população que é privada dos seus direitos mais básicos”, salientou o palestrante.

Diante desse desafio, Eduardo Valério apontou os dois paradigmas da atuação do poder público: exclusão e repressão ou inclusão e acolhimento. “Existem aqueles que tentam ranquear as pessoas de acordo com uma lógica mercadológica, como se um valesse mais que o outro. Mas o Ministério Público tem um lado: a defesa dos excluídos, buscando a articulação de políticas públicas de inclusão, autonomia e respeito”, complementou.

O encerramento da Semana do MPPE 2014 foi na quarta-feira (17), com uma solenidade no Círculo Militar do Recife, no bairro da Boa Vista.

Palestra MP como Agente de Transformação Social abre Semana do MPPE

16/12/2014 - Membros e servidores do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) lotaram, na tarde da segunda-feira (15), o auditório do Tribunal de Contas do Estado para assistir a abertura da programação de palestras da Semana do MPPE 2014. O promotor de Justiça e diretor da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo, Marcelo Pedroso Goulart, falou sobre o papel do Ministério Público como Agente de Transformação Social. Em seguida, os participantes foram contemplados com a apresentação do Jessier Quirino.

Goulart mostrou, em sua fala, os novos desafios do Ministério Público perante uma sociedade que está consolidando sua cultura democrática e, por conseguinte, trazendo novas demandas por direitos e inclusão social. “Observamos que houve uma socialização da participação política, mas ainda há, paradoxalmente, uma apropriação privada dos mecanismos de poder. A superação dessa contradição deve ser uma das prioridades do Ministério Público Brasileiro, com o objetivo de conseguirmos a plena realização da democracia”, destacou o palestrante.

O promotor defendeu ainda uma modernização da Instituição, em todos os seus ramos, para assegurar que ela continue respondendo aos anseios da sociedade. “Por volta do ano 2000, encerrou-se um ciclo pós-Constituição de 1988, em que os promotores eram mais agentes processuais. Hoje o promotor que queremos é um líder proativo, resolutivo e aberto ao contato com a realidade do seu entorno”, acrescentou Marcelo Goulart.

Como propostas para otimizar o trabalho do Ministério Público, ele apontou a democratização da Instituição, reestruturação das carreiras e renovação das práticas institucionais. A valorização da formação de membros e servidores foi um dos temas lembrados por ele, já que a natureza da atuação dos promotores hoje extrapola a área jurídica e exige conhecimentos multidisciplinares.

Goulart colocou ainda como alternativa para aprimorar o trabalho do Ministério Público a criação de promotorias regionais especializadas para tratar de assuntos supramunicipais, como saúde, educação e meio ambiente.

Ao comentar a palestra do promotor Marcelo Goulart, o procurador-geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon, afirmou que “a chegada de Marcelo representa o diálogo entre os MPs sobre uma demanda urgente, que é o tema da transformação social”.

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CENTROS DE APOIO

CAOPs

Os Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caop) são órgãos auxiliares da atividade funcional do Ministério Público, instituídos com a finalidade de subsidiar os órgãos de execução, a exemplo dos promotores e procuradores de Justiça, por meio do estímulo à integração e ao intercâmbio entre esses órgãos que atuam na mesma área de atividade e/ou que tenham atribuições comuns. Outra finalidade é estabelecer o intercâmbio entre esses órgãos de execução com entidades ou órgãos públicos ou privados que atuem em áreas afins, para a obtenção de elementos técnicos especializados necessários ao desempenho das funções dos promotores e procuradores de Justiça, entre outros.

Atualmente, existem no MPPE nove Centros de Apoio Operacional. São eles: O Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Combate à Sonegação Fiscal (Caop Sonegação Fiscal); de Tutela de Fundações e Entidades de Interesse Social (Caop Fundações e Entidades de Interesse Social); assim como os Centros de Apoio Operacional às Promotorias em Defesa da Cidadania (Caop Cidadania); do Consumidor (Caop Consumidor); da Infância e Juventude (Caop Infância e Juventude); do Meio Ambiente (Caop Meio Ambiente); do Patrimônio Público (Caop Patrimônio Público); da Saúde (Caop Saúde).

 
Caop Saúde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba onde encontrar os Centros de Apoio

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