Ministério Público de Pernambuco
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Destaques do MPPE

14/02/2020 - O Ministério Público de Pernambuco encerrou o segundo dia do seminário O Novo Pacote Anticrime, a Nova Lei de Abuso de Autoridade e o Acordo de Não Persecução Penal com saldo positivo. Mais de 400 pessoas estiveram circulando no evento, que contou com palestras do procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, falando sobre o Acordo de Não Persecução Penal; o promotor de Justiça de São Paulo, Rogério Sanches; e o promotor de Justiça do Mato Grosso, Renee do Ó Souza.
 
 
“Foram dois dias de casa cheia com autoridades de diversas áreas e de vários órgãos e entidades. Os participantes tiveram acesso à conteúdo extremamente relevantes e puderam discutir com profundidade os temas propostos. Todos puderam tirar dúvidas, falaram de exemplos práticos do dia a dia e de ações que impactam a vida de diversos operadores do direito, notadamente os magistrados, promotores, procuradores e oficiais das polícias Civil e Militar”, disse o diretor da Escola Superior do Ministério Público (ESMP), o procurador de Justiça Sílvio Menezes.
 
Ele citou, ainda, que no mês de março a Escola realizará o “Seminário do Dia Nacional do Ouvidor: Integridade & Conexão”, no próximo 5 de março; o “Simpósio Internacional - O Futuro da Inteligência Investigativa”, nos dias 16 e 17 de março; bem como o Congresso Nacional de Direito Eleitoral, a partir do dia 26 de março.
 
A palestra de encerramento ficou a cargo do procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros. Ele abordou todas as nuances em torno do Acordo de Não Persecução Penal, falando dos princípios teóricos que envolvem o acordo; como surgiu esse novo ramo do direito, o direito consensual; os princípios norteadores dessa nova prática; bem como aspectos práticos. Ele citou exemplos de peças e também exemplos práticos em que cabe a propositura do Acordo.
 
 
“O Ministério Público de Pernambuco foi pioneiro na propositura do Acordo de Não Persecução Penal. Criamos aqui o primeiro Núcleo do Brasil, normatizamos o Acordo em todas as suas etapas e discutimos muito todas as nuances que envolvem o tema. Estamos agora retornando as discussões com o advento do Pacote Anticrime dado a quantidade de dúvidas. Mas acreditamos e reforçamos que o Acordo de Não Persecução Penal é uma grande revolução e a grande novidade do direito brasileiro”, disse o procurador-geral em sua palestra.
 
O MPPE, na última semana, aprovou a regulamentação do Acordo de Não Persecução Cível por meio do Conselho Superior da instituição e também firmou o primeiro Acordo de Não Continuidade da Ação Penal. “Nós estamos aqui discutindo e falando sobre o futuro do direito, o futuro do papel do Ministério Público, permitindo que o cidadão brasileiro tenha um acesso mais célere à Justiça”, disse ele. 
 
O procurador-geral, ainda, avaliou positivamente o evento. “Estou muito feliz com a realização do evento e o feedback positivo por parte dos participantes. O MPPE está se concretizando como um espaço de grandes debates e discussões. Fomentamos dois dias de debates sobre as novas legislações que estão influenciando o Código Penal, a execução e o processo penal, mas também estamos formatando e propondo, dentro do MPPE, um Ministério Público brasileiro mais atuante, um judiciário mais eficaz, promovendo o acesso à Justiça”, finalizou ele.
 
 
FERRAMENTA - Antes de iniciar as discussões sobre o Acordo de Não Persecução Penal, o público participante pôde conhecer o Consensus. A ferramenta, fruto das iniciativas desenvolvidas pelo Laboratório de Inovação Tecnológica e de Negócios do MPPE (MPLabs) irá viabilizar a realização do Acordo de Não Persecução Penal, automizando ações que, hoje, são realizadas manualmente e no papel.
 
“Participamos do 2º Ciclo de Inovação do MPPE e prototipamos uma ferramenta que irá trazer mais agilidade para cada uma das etapas do Acordo e também mais qualidade ao trabalho que é desenvolvido. Além da automação, estamos aumentando a qualidade e a eficiência. Os utilizadores poderão, por exemplo, checar todos os antecedentes, em diversas áreas, dos acordantes a partir de uma consulta automática às diversas bases de dados que o MPPE acessa.”, disse Leví Nóbrega, elaborador do Consensus.
 
A próxima etapa contará com um processo de validação, quando um grupo de membros e servidores do MPPE poderão fazer testes na ferramenta. “Vamos começar a fazer testes na Capital e em promotorias de Justiça do interior com demandas específicas de formatação do Acordo. Vamos fazer treinamentos e vídeos para ensinar a utilizar. Os participantes passarão uma semana de imersão para que possamos aperfeiçoar, ainda mais, a ferramenta”, disse Clóvis Lima, elaborador do Consensus.
 
Avaliações:
 
“A Procuradoria-Geral de Justiça, através da Escola Superior do Ministério Público, ajuda na capacitação na qualificação numa preparação dos colegas, promotores e procuradores de Justiça para tratar das temáticas mais contemporâneas do direito brasileiro. Estamos dinamizando a Justiça, permitindo uma melhor prestação de serviços públicos ao cidadão.”
Alexandre Bezerra, corregedor-geral do MPPE
 
“Esse Seminário é uma excelente oportunidade de discutir os pontos fortes e as fragilidades do Pacote Anticrime, da Lei de Abuso de Autoridade e padronizarmos ações e processos do Acordo de Não Persecução Penal. A administração do procurador-geral, Francisco Dirceu, vem se empenhando na qualificação dos membros do Ministério Público e na integração com a sociedade com as outras instituições e com as instituições de ensino. Esses debates engrandecem nosso Ministério Público.”
Maviael de Souza Silva, secretário-geral do MPPE
 
“Esse é um momento de capacitação, treinamento e discussão. Estamos aqui discutindo com profundidade o que vem sendo apresentado na legislação brasileira, tirando dúvidas e viabilizando a padronização de processos, para prestar um serviço melhor à sociedade”.
Vinícius Costa e Silva, promotor de Justiça de Toritama
 
 
 

Seminário O Novo Pacote Anticrime e a Nova Lei de Abuso de Autoridade (14.02.2020)

14/02/2020 - O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) promoveu, nesta sexta-feira (14), o segundo dia do seminário O Novo Pacote Anticrime e a Nova Lei de Abuso de Autoridade, no Auditório do Centro Cultural Rossini Alves Couto, que começou na quinta-feira (13). O evento é mais uma iniciativa da Escola Superior do MPPE para estimular o debate público e a comunicação a respeito dessas novas legislações, seus impactos e controvérsias.

Na parte da manhã desta sexta-feira, integrantes do Ministério Público brasileiro (estadual e federal), magistrados, delegados da Polícia Civil e Militar de Pernambuco, defensores públicos e demais operadores do direito puderam acompanhar a palestra do promotor de Justiça de Mato Grosso, Renee do Ó Souza, que discutiu as perspectivas jurídicas e as principais mudanças ocasionadas pela nova Lei de Abuso de Autoridade (Lei nº 13.869/2019), que entrou em vigor no último dia 3 de janeiro.

A legislação trouxe diversas alterações nas definições de crimes de abuso de autoridade, aqueles cometidos por agentes públicos e servidores que, no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las, abusem do poder a eles atribuído. Para Renee do Ó Souza, a lei possui uma série de interpretações nocivas ao desempenho regular da atividade pública, mas não por esse motivo deve ser rechaçada de pronto pelo operador do direito, tendo em vista que os abusos de autoridade necessitam ser enfrentados quando eles ocorrem de verdade.

É absolutamente crucial hoje para aqueles que lidam com o direito no Brasil um constante programa de atualização e de capacitação. Nós temos um Legislativo no Brasil que procura reformar a legislação numa velocidade incrível, inclusive com a criação de institutos e adoção de institutos jurídicos pouco discutidos na Academia brasileira, a exemplo do juiz de garantias. E é por isso que esse tipo de evento é fundamental para que as discussões a respeito desses institutos alcancem um mínimo de compreensão adequada”, ressaltou o promotor.

Palestra Lei de Abuso de Autoridade

Já o procurador de Justiça e diretor da Escola Superior do Ministério Público de Pernambuco (ESMP-PE), Sílvio José Menezes Tavares, vê o encontro com uma grande oportunidade de continuar o debate em cima da temática e estimular a discussão das peculiaridades de interpretação da norma: “Dentro do aspecto da interpretação, a nova Lei de de Abuso de Autoridade trouxe muitas normas em aberto. A exemplo, seu 1º Artigo menciona que a autoridade que porventura faça com que um indivíduo fique um bom tempo preso por determinação judicial cometerá um abuso de autoridade caso haja a interpretação de que a manutenção dessa prisão foi por mero capricho ou mesmo para enriquecer satisfação pessoal. Mas a questão é o que vem a ser mero capricho ou satisfação pessoal? São esses e outros pontos que precisam ser discutidos”.

O tenente-coronel Fábio Cavalcanti Fiquene, chefe da Delegacia de Polícia Judiciária Militar de Pernambuco, que também acompanhou o evento, salientou que a Polícia Militar de Pernambuco enxerga como benéfica a nova legislação. “A preocupação do Comando da PMPE, junto ao Ministério Público, é de instruir os policiais militares sobre o alcance da nova Lei de Abuso de Autoridade”, disse ele, que ainda ressaltou o fato de que palestras, reuniões e seminários estão sendo difundidas para a preparação do efetivo policial.

O promotor de Justiça e coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do MPPE (Gaeco), Frederico Magalhães, ressaltou também que a realização de eventos de discussão como o de hoje são fundamentais em razão da existência de muito ‘disse me disse’ em torno da nova Lei de Abuso de Autoridade. Para o promotor, a capacitação oferece para o operador do direito uma compreensão equilibrada da inclusão da lei no ordenamento jurídico: “Todos nós precisamos nos adaptarmos a essa nova legislação e compreendermos a lei, tendo em vista que ela traz inúmeras discussões e inquietações. Um seminário como esse é muito válido pois é uma oportunidade que todos nós temos de discutir esses temas aqui no âmbito do Ministério Público e traçar perspectivas para o futuro”, concluiu.

 

14/02/2020 - O Seminário O Novo Pacote Anticrime e a Nova Lei de Abuso de Autoridade, que ocorreu no Centro Cultural Rossini Alves Couto, na Boa Vista, na quinta e sexta-feira (13 e 14), foi um evento planejado pela Escola Superior do Ministério Público de Pernambuco (ESMP-PE) para a capacitação de integrantes do Ministério Público brasileiro (estadual e federal), magistrados, delegados das polícias Civil e Militar de Pernambuco, defensores públicos e demais operadores do Direito. Como primeiro palestrante, o promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Rogério Sanches Cunha, discorreu sobre a Lei n° 13.964/2019 - Alterações no Código Penal, Código de Processo Penal e Lei de Execuções Penais.

Diante de um auditório lotado, Sanches Cunha analisou de maneira crítica, minuciosa e explicativa os pontos mais conflitantes e polêmicos da nova legislação. “Trata-se de um grande didata, que antecipa o futuro legislativo. Um dos maiores penalistas e processualistas do Brasil”, definiu o procurador-geral de Justiça do MPPE, Francisco Dirceu Barros.

O promotor de Justiça do MPSP focou em temas específicos que, segundo ele, serão alvo de discussões na medida em que os profissionais de Direito se depararem com os artigos. A explicação versou sobre crimes hediondos, legítima defesa, multas, limite máximo de cumprimento de pena, livramento, confisco, associação criminosa, entre outros.

Há discordâncias e consensos. Mas, no geral, acho o Pacote Anticrime positivo. Com algumas imperfeições que podem ser corrigidas e outras incongruências sérias, que teremos que aprender a lidar”, resumiu Rogério Sanches Cunha.

Seminário O Novo Pacote Anticrime e a Nova Lei de Abuso de Autoridade

Houve mudanças drásticas e a nossa doutrina ficou confusa. O objetivo do seminário é tirar dúvidas. Reunimos aqui magistrados, promotores, delegados e demais operadores do direito para uniformizar, ainda mais, os entendimentos, os procedimentos e as possibilidades de atuação”, avaliou o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros.

Ele lembrou que o MPPE foi precursor em discutir a Lei de Abuso de Autoridade no ano passado e também em adotar mecanismos que hoje estão expressos no Pacote Anticrime. “Apesar das confusões, não vamos arrefecer no combate à criminalidade”, avisou o procurador-geral de Justiça.

Foi um grande encontro com três grandes autoridades nas temáticas discutidas e intensa participação de um numeroso público, presente ao evento, e que será impactado profundamente por essas inovações,  no dia a dia do exercício de suas atribuições”, referendou o diretor da ESMP, Silvio Tavares.

14/02/2020 - Época de Carnaval e, apesar da alegria e da descontração, os direitos da população pernambucana não podem ser descuidados. E nem a população ficar desinformada do que o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pode fazer por ela durante a folia. Assim, a Assessoria Ministerial de Comunicação do MPPE produziu quatro vídeos divulgados em suas redes sociais. O conteúdo é focado no respeito, prevenção, atendimento e garantia de direitos.

Em um deles, “Galo da Madrugada, aquele Carnaval que você respeita”, o cidadão fica a par do serviço do Juizado do Folião, que fica de plantão durante o Sábado de Zé Pereira em que o grande bloco recifense desfila pelas ruas do centro.

O vídeo informa que o MPPE faz parte do Juizado do Folião, que atende ocorrências de crimes de menor potencial ofensivo, como brigas, tumultos, danos ao patrimônio público. O Juizado do Folião atende das 13h às 21h, no Fórum Thomaz de Aquino e na Estação Central do Metrô do Recife. Para as ocorrências mais graves, o MPPE funciona em plantão durante todo o Carnaval.

Em “Dinheiro Público, aquele Carnaval que você respeita”, o recado é sobre os municípios que estão com os salários dos servidores atrasados, que o MPPE vai cobrar o pagamento da dívida, assim como recomendar o veto de propaganda de agentes públicos durante as festividades.

Na peça “Aquele Carnaval que você respeita todas as mulheres”, os homens são advertidos sobre as práticas de assédio às mulheres. Já elas, como identificar o assédio e denunciar. “Assédio não é paquera, fantasia não é convite, beijo forçado é crime, Se pediu pra parar, Parou!”, avisa o texto do vídeo para que investidas desrespeitosas e agressivas não ocorram. Além de informar que para denunciar assédio, o ideal é o fone 180.

Por fim, o alerta vai para os que consomem bebidas alcoólicas durante a folia. “Bebida e direção NÃO”. Ou seja, se beber, nada de dirigir para evitar acidentes e problemas com a polícia.

É uma campanha de conscientização, pautada no respeito ao outro e na paz entre todos. “A atuação ministerial vai além do processo de judicialização e deve atuar, também, na prevenção e na orientação ao cidadão. Essa campanha tem esse objetivo. Estar ainda mais próximo do cidadão e orientar o pernambucano sobre quatro temas de relevância a que todos precisam estar atentos”, salientou o secretário-geral do MPPE, o promotor de Justiça Maviael de Souza Silva.

 

 

14/02/2020 - O juiz de Direito Douglas José da Silva, da comarca de Belo Jardim, deferiu o pedido de liminar de tutela de urgência, proposto pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), para que a Prefeitura de Belo Jardim pague o salário dos servidores públicos municipais que se encontrarem em atraso. Também determinou que, daqui por diante, o salário dos servidores seja pago até o 5º dia do mês posterior ao referente ao pagamento.

O município de Belo Jardim também está proibido de realizar festividades e contratar estrutura para shows artísticos até a regularização dos salários. Em caso de desobediência, estará sujeito à multa diária de R$ 10.000.00.

O MPPE alegou no texto da ação civil pública que há atraso de salários de grande parte dos servidores tanto efetivos quanto contratados e terceirizados. Segundo o promotor de Justiça Daniel de Ataíde Martins, os salários não estão sendo pagos ou são creditados com excessivo atraso, superando em muito, o quinto dia útil subsequente ao mês de trabalho.

Os atrasos salariais prejudicam as atividades de diversas categorias de servidores, desde conselheiros tutelares até servidores terceirizados, contratados para realizar o transporte (motoristas) de diversas secretarias como de Ação Social e Saúde, o que tem causado prejuízo à continuidade dos serviços públicos prestados, haja vista que, sem a devida contraprestação do labor prestado, a falta de motivação dos servidores tem levado a suspensão total ou parcial dos serviços públicos, como ocorreu, de forma recente, com o Conselho Tutelar”, descreveu o promotor de Justiça.

Evidentemente, ao atrasar os vencimentos dos servidores públicos municipais, a administração cria passivo contábil a descoberto para município. Ora, tal passivo rompe o equilíbrio das contas públicas, ferindo o dever do administrador insculpido no art. 1º, § 1º, da Lei Complementar nº 101/2000”, advertiu Daniel de Ataíde Martins.

A ação civil pública do MPPE originou-se de uma denúncia de 22 de janeiro de 2018, relatando atrasos salariais nos pagamentos dos servidores contratados da saúde e educação relativo aos meses de outubro e dezembro de 2017. A Promotoria de Justiça de Belo Jardim, a partir daí, investigou e juntou documentos contábeis, constatando atrasos nos pagamentos.

A ausência de prova dos pagamentos, bem como de manifestação acerca dos fatos no prazo de 72 horas, como também de apresentação de contestação robustecem ainda mais a veracidade dos fatos narrados na peça atrial. Destarte, restando evidente, portanto, a inércia da administração em efetivar o cumprimento de suas obrigações perante o funcionalismo público, que ensejou o ajuizamento da presente ação”, pontuou o juiz de Direito Douglas José da Silva.

Imagem acessível: retângulo com fotografia de um cofrinho em forma de porco tem sobrepostos os dizeres Justiça determina que Prefeitura resolva atraso dos servidores e proíbe festividades até solução. Acima, tarja vermelha com Belo Jardim

DENÚNCIAS

Faça sua manifestação aqui

CONSULTAS às manifestações anteriores a 09/08/2019 devem ser realizadas através deste link. 
Para consulta às manifestações realizadas após esta data, usar o link indicado no momento do cadastramento.

 

Quanto mais qualificadas as informações fornecidas à Ouvidoria, mais fácil e eficaz será a atuação do Ministério Público de Pernambuco. Por essa razão, orientamos que as manifestações encaminhadas tenham clareza e objetividade quanto:

1. à completa identificação pessoal do autor da manifestação;
2. à descrição do fato;
3. ao local, data e forma como o fato ocorreu e
4. à identificação dos envolvidos.

A ouvidoria recebe manifestações das seguintes naturezas:

DENÚNCIAS contra outras instituições públicas ou privadas relativas a situações nas quais o Ministério Público tenha o dever de agir. Essas denúncias são encaminhadas às Promotorias de Justiça competentes para tratar a questão. A Ouvidoria ainda recebe RECLAMAÇÕES, CRÍTICAS, SUGESTÕES e ELOGIOS.






 

Através do Serviço de Informação ao Cidadão poderão ser solicitados os dados acerca da gestão de pessoal e financeira do MPPE que não estejam disponíveis no Portal da Transparência, assim como, referentes à atuação dos Promotores e Procuradores de Justiça. Por meio do SIC, os cidadãos e empresas também podem solicitar certidões relativas às atividades do MPPE.


Endereço: Rua Imperador Dom Pedro II, anexo III do MPPE, nº 447, Santo Antônio, Recife (PE)

Contatos para informações: (81) 3182 6776 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Funcionamento: segunda à sexta-feira, das 12 às 18h

 

 
 
 

CENTROS DE APOIO

CAOPs

Os Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caop) são órgãos auxiliares da atividade funcional do Ministério Público, instituídos com a finalidade de subsidiar os órgãos de execução, a exemplo dos promotores e procuradores de Justiça, por meio do estímulo à integração e ao intercâmbio entre esses órgãos que atuam na mesma área de atividade e/ou que tenham atribuições comuns. Outra finalidade é estabelecer o intercâmbio entre esses órgãos de execução com entidades ou órgãos públicos ou privados que atuem em áreas afins, para a obtenção de elementos técnicos especializados necessários ao desempenho das funções dos promotores e procuradores de Justiça, entre outros.

Atualmente, existem no MPPE nove Centros de Apoio Operacional. São eles: O Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Combate à Sonegação Fiscal (Caop Sonegação Fiscal); assim como os Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Criminais (Caop Criminal), de Defesa da Cidadania (Caop Cidadania); do Consumidor (Caop Consumidor); da Infância e Juventude (Caop Infância e Juventude); do Meio Ambiente (Caop Meio Ambiente); do Patrimônio Público e Terceiro Setor (Caop Patrimônio Público); da Saúde (Caop Saúde) e da Educação (Caop Educação).

 

 

Caop Saúde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 

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