Ministério Público de Pernambuco
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Destaques do MPPE

31/10/2019 - Em nova visita a uma escola estadual ou municipal para conversar com estudantes sobre a função do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e o que é cultura de paz, o Núcleo de Justiça Comunitária de Casa Amarela (NJCC) foi até a Escola Padre João Barbosa, no Morro da Conceição, nesta quinta-feira (31).

Durante o encontro, a coordenadora do Núcleo, procuradora de Justiça Sineide Canuto, a assistente social Elizelma Silva e a psicóloga Louise Magalhães expuseram linguagem acessível o que é e as funções do MPPE, e ainda temas como defesa dos direitos de crianças e adolescentes, respeito ao próximo, resolução de conflitos, situações de bullying, convivência pacífica e harmoniosa, entre outros temas.

“É importante o MPPE chegar perto da comunidade e divulgar seu trabalho, qual sua função social e como deve ser usado pelo cidadão como instrumento de defesa da cidadania”, ressaltou a coordenadora do NJCC, Sineide Canuto.

Uma das expectativas do NJCC é que estudantes e professores continuem debatendo os pontos expostos em sala de aula para que a compreensão se aprofunde.

Diante de alunos e alunas, a coordenadora do NJCC, Sineide Canuto, explicou a finalidade do Ministério Público. “Defender os interesses e direitos da sociedade. Quando vemos que ocorre algo ruim em algumas áreas, podemos pedir ajuda ao Ministério Público. Exemplo: se soubermos que alguma criança ou adolescente está sofrendo maus-tratos, além do Conselho Tutelar, podemos comunicar ao Ministério Público”, explicou ela, que também forneceu o número telefônico da Ouvidoria do MPPE para os estudantes anotarem: 127.

Núcleo de Justiça Comunitária de Casa Amarela promove roda de conversa em escolas do bairro

Elizelma Silva e Louise Magalhães se encarregaram de fazer a plateia refletir sobre cultura de paz e respeito às diferenças. “O que é paz?”, perguntou a psicóloga. “Algo que é calmo”, respondeu um aluno. “Está certo”, recebeu como resposta.

“A paz existe com a colaboração de todos para se manter a tranquilidade na vida comunitária. Não há como viver 100% sem conflitos, mas a forma de resolvê-los faz a diferença. Podemos resolvê-los sem briga e sem violência”, fomentou Louise Magalhães. Para isso, os garotos e garotas aprenderam que é necessário disposição para escutar, empatia, comunicação não violenta e acolhimento das diferenças.

“Há possibilidades amigáveis de solucionar questões. É o que fazemos no Núcleo de Justiça de Casa Amarela. Resolvemos discussões de vizinhos por causa de volume alto ou falta de pensão alimentícia para alguma criança e também carência de cuidados com pessoas idosas, por exemplo”, esclareceu a psicóloga.

Alunas e alunos admitiram que casos de bullying e desavenças de opinião ocorrem na escola. “Temos que levar em consideração em nossas relações os sentimentos alheios e investir no diálogo para que a cultura de paz se estabeleça”, frisou Elizelma Silva. “Pensar antes de falar e ter equilíbrio na defesa de nossas opiniões também são atitudes importantes”, acrescentou a assistente social.

“Trazer tantas informações e reflexões sobre respeito e direitos para uma escola, inclusive a quem procurar em busca de auxílio e resolução, é muito importante. Situações de bullying e desrespeito ocorrem frequentemente no ambiente escolar e em outros ambientes que nossos alunos convivem”, avaliou a vice-diretora da Escola Padre João Barbosa, Eudenice Beltrão.

A Escola Padre João Barbosa foi a nona unidade de ensino que recebeu a atividade do MPPE, que faz parte das comemorações dos 10 anos do NJCC. “A nossa proposta é estimular o debate a partir das próprias experiências deles. Nosso desafio é romper um padrão social da violência e conflito”, destacou a procuradora de Justiça Sineide Barros.

Justiça Comunitária - Além da rapidez, a principal vantagem da Justiça Comunitária é que os agentes conhecem os problemas da localidade e seus moradores, de forma que a justiça é feita pela própria comunidade de forma autônoma, democrática e em observância aos princípios legais. Somente quando as partes não entram em acordo ou mesmo quando a lei não deixa que o caso seja resolvido desta forma, o Núcleo presta a assistência necessária para encaminhar o problema à Justiça.

 

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